Trinta e um de dezembro/ primeiro de janeiro

Imprecisas são as palavras do início; sempre um pouco perdidas numa condição única.

Quando pensamos na tentativa de se olhar o por dentro das coisas, entramos numa crescente dinâmica do nada.

Que tudo permanece numa loucura imanente como se fosse a própria natureza de uma mente vazia. Tudo parece um pouco ligeiramente fechado.

A perspectiva de mudança opera nos sentidos numa constante rotina de se tido imaginar.

Embora tudo se perda, algo se salva incomunicável, na esperança de realização. Esta se perpetua nas linhas esquecidas do tempo (simbologia). Eu preciso de mudanças e uma nova história. Por onde começar?

Está longa a estrada. Todo início parece algo infindável; algo interminável

A nova história é sempre um pouco sem começo.

Estou tentando começar.

 

Anúncios

2 comentários em “Trinta e um de dezembro/ primeiro de janeiro

  1. Que possamos sempre recomeçar e que a sensação de vazio nos preencha de aprenderes, saberes e sabores.
    Um Excelente 2012 pra ti meu querido, que a poesia se faça cada dia uma nova poesia e sua escrita um coração pulsante.

  2. Reblogged this on Kiko Riazee comentado:
    A sensibilidade de Roberto Muniz Dias sintetizando tudo. Sem mais o que dizer, apenas a certeza de que foi realmente maravilhoso.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s