Diário de Bordo de Paraty-Parte final.

O poeta Osvaldo Junior (O.J.P.W) e seu livro A luz do Sul

 A viagem a Paraty me colocou em contato com diversos tipos de artistas: poetas, declamadores, escritores e artistas de rua. Por lá, encontrei, na Casa do Clube de Autores,  outros novos escritores. Entre eles, conheci Oswaldo Júnior, ou simplesmente, O.J.P.W, que foi denominado pelos colegas do Bar do Escritor de ”  o mais louco dos poetas”, pois o jovem abnegado poeta deixara o curso de Medicina para viver de poesia.  E essa é a vontade de todos nós, alimentar-mos dessa nossa lira; desse nosso mister. A foto ilustra o enriquecimento da troca de experiências que a FLIP promoveu.

Sucesso amigo poeta!

 

 

O pessoal do Bar do Escritor: Giovani Femini, Cesar Veneziani e Wilson R

O Bar do Escritor partiu da ideia de uma comunidade no Orkut. A intenção era comentar despretensiosamente textos anônimos, avulsos, ou de escriotres famosos. Cabia todo mundo. Mas o crivo deles é profissional. A filosofia da comunidade é promover o debate crítico sobre literatura em suas diversas formas. Fiquei impressionado com o conhecimento que o grupo tem sobre Literatura.

 A mensagem deixada por esse grupo de jovens-senhores-poetas-boêmios é a promoção do debate, da troca de experiências. Ratifiquei que ainda tenho muito a aprender e a interação com outros escritores e críticos é essencial.

– Vai uma poesia aí?

 

Giselle Biaanconi

Conheci Giselle sob a forma de Clark Kent. Ela estava apenas de Giselle. Tímida, óculos de grau e o senso de humor apurado.

Ela é artista de rua, ou da rua, como Paraty, para o Mundo. Em conversa curta já descobrimos que sua identidade secreta não é nada secreta. À noite, ela se transforma na Princesa poetisa. A vestimenta remonta os vestidos medievais, apenas um pretexto para compor a personagem para emoldurar a declamação de suas poesias.

 Para conhecer mais o trabalho dela, acessem: gisellepoetisa.blogspot.com 

 

 Ainda em Paraty pude conhcer professores, escritores de diversas matizes, promotores de concursos literários, como é o caso de Jean Carllo, poeta e colunista, que organiza eventos para promover seus concursos de poesia. Um trabalho primoroso desde a divulgação; a lisura do edital; os julgadores e a premiação. Devoção e amor à Literatura são a marca registrada de seu trabalho.

 Assim finalizo meu diário que ainda tem muito mais fotos da cidade que soube muito bem receber este evento maravilhoso. Outras imagens impagáveis guardarei em minha memória particular. Até a próxima.  

As ruas de pedras de Paraty

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2 comentários em “Diário de Bordo de Paraty-Parte final.

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