O MAIS NOVO LIVRO DE ROBERTO MUNIZ DIAS É:

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Adeus a aleto

SEXO COM AMOR:

        ” … Continuou dentro de mim como se pudesse me levar para outro mundo. Não conseguia olhar em outra direção seu corpo forçava contra o meu na medição de forças mais pacífica que podia existir. E não havia interstícios, pois sua vontade era a minha. Sentia-o cada vez mais forte e maior, como se seu sangue avolumasse a cada minuto seu sexo dentro de mim. Começou a parar e sentir-me provocá-lo; apertava-o como se chamasse a atenção para que não parasse. Por seu turno, fazia isso para sentir um pouco mais de minha vontade; se era de sim ou de não. Mas não havia dor naquele instante.  Pegava-me como se eu tivesse intenção de desistir; puxava-me contra seu corpo para que eu sentisse senão a verdade. Ele não parava e não parava de me olhar… “

SEXO SEM AMOR:

”             Ato I Cena II

            O Sodomizador entra em cena. Completamente nu, um corpulento homenzarrão negro adentra vestido com peças de couro por sobre o peito e uma argola em volta de seu pênis ereto.

            Sodomizador- “Vamos brincar meus gatinhos”. Retira um líquido preso as ligas na cintura e começa a lambuzar seu dedo médio. Começou a enfiar o dedo nos anus do sodomita da esquerda.

            Domintarix- “Mais, quero mais. Coloque sua mão”. Então o obediente servo colocou mais gel em torno de sua mão e braço e outra parte colocou sobre seu imenso falo duro.”

INGENUIDADE:

” Corríamos, descíamos as escadas como qualquer criança feliz poderia descer: aos saltos; pulos, escorregando pelo corrimão. Não sabia mensurar quão velho estava para pensar que fazíamos uma traquinagem; tampouco desconhecia o quão jovens éramos para poder aventurar a se permitir. Descer assim tinha a ver com certa renúncia; aceitar uma condição de agora, nova e deixar pra trás algumas marcas que o tempo queria mostrar indeléveis. Mas naquele momento apenas havia a felicidade de qualquer coisa menos do que nossa constatação de o tempo ser algum empecilho. Éramos apenas duas pessoas saindo de seus mundos, deixando a irresponsabilidade como maior legado para a geração dos homens que ficaram para trás. “

LOUCURA:

” 

Tentei esmurrá-lo. Esmurrei o ar. Esmurrei o espelho. O sangue espesso e escuro começou a verter de meu pulso. Espalhava-se por entre os espaços brancos da camisa, pingando sobre a pia. Me veio uma dor forte como revelando um profundo corte em meu pulso. A dor me causou um torpor mortal.

          Apertei meu braço e o sangue parou rapidamente. Amarrei a tolha em torno do braço. Quis fazer um curativo, mas uma letargia tomou meu corpo de conta. Adormeci. “

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por Roberto Muniz Dias Postado em Sem categoria Com a tag

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