A Felicidade: a pedidos!

Felicidade, a pedidos.

Por que não sou enfermo

E fiz as pazes com os medos desmedidos

Todos eles em boa hora, a ermo.

Me enrosco, aninho-me no carinho de meu cachorrinho

Me deito, me enrolo nos braços de meu paizinho.

Ainda em redemoinho, com os pesos em minhas mãos.

Tento o equilíbrio

Caminho na esperança dos meus sonhos

Mas ainda tropeço no que chamo de felicidade

Falo mal, mas com a boca cheia de trombones.

Sou o arauto de minha alegria anunciada

Se ainda há medos, destruo-os.

Se ainda houver tristeza, pulo como gazela.

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