Perda ( permissão para intromissão da poesia neste blog)

As plantas ainda crescem em detrimento de minha água

Florescem sem meu alento e carinho.

É difícil manter a paz e a crença em mim mesmo

Sou poeta fingidor; sou poeta fingidor do amor?

 

Não soube lidar com a perda da consciência,

Quando me cobraram eterna vigilância pela florescência no jardim

Fui tolo, bobo, sem o menor denodo para com o mágico sentimento.

 

Não adianta meu choro seco, minha dor velada.

Ainda sou um monstro para os outros.

Porque sou o que sou sem ter planos de equilíbrio

 

Sou um homem na imanência e na transcendência do tempo afetivo

Não penso no mundo como ação e reação

Embora saiba que sou um pecador contumaz.

P.S.: Também publicada no site http://meuprimeiromoleskine.wordpress.com

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